domingo, 8 de agosto de 2010

Pai, Santo Sem Prece.

 

No Brasil, comemorar o Dia dos Pais partiu do publicitário Sylvio Bhering e foi festejado pela primeira vez no dia 14 de agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família. Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais. Agora, como surgiu o primeiro Dia dos Pais do mundo, e como virou mais uma data comercial em algumas regiões, não importa! Porque sabemos principalmente do quanto precisamos lembrar mais dele, ter respeito, carinho e atenção cotidianamente, e também porque, independentemente do seu lado comercial, esta é uma data para ser muito exaltada, nem que seja para dizermos um simples “obrigado” àquela figura protetora. Com presentes ou não, os pais agradecem!

Fiz outra homenagem, em poesia, no intento de agradar a todos os pais; estendendo assim o carinho sem ditar a quem, sem dirigir somente ao meu paizão, como fiz na postagem anterior. Queria, dessa vez, compartilhar com todos vocês! Os versos foram escritos em 05 de agosto de 2009, com a devoção de quem os faz como para um Santo. Tenham, meus amigos, um ótimo Dia dos Pais, e boa leitura:

 

KY - Pai, Santo Anjo!

 

Do Filho para O Pai
Thúlio Jardim, 05/08/2009


Essa é uma homenagem que faço
A todos os pais de todos os filhos
Que tragam assim consigo…
Um carinho que em mim é imenso…
De bom grado demonstrado por ele
E deve ser desse jeito só nosso, recíproco!
Pra sempre o meu dever é para com ele
Que eu, enfim, de amor então o perle
E revele a paixão e enfie naquele seu grande cerne
Até que ele se atrele sem pressa ou me peça pra ficar junto

Há tanto tempo ele se tornara santo sem prece… há quanto?!…
Daí que esbanjo as minhas singelas, mas precisas, palavras!
E conto pra todos e com todos conto sem prantos
Pra cantar toda esta paixão sincera, esperanto!
Todo esse amor para ele exaltado sem espantos!
Esse amor que está aqui falado…
Amor que é o cheiro dele amado…
E o nosso por ele logo fairado.
Por isso o quero comigo bem próximo…
Trazê-lo no corpo como tatto gigante, quarado!

Vou ainda mais longe e peço pro povo
Fazê-lo feito anjo no altar bem exposto
Para que possamos exaltar este ser agora mesmo.
Pois ele eu manjo e você também deve… Por que não?
Nós faremos ele feliz na alma, pele e em todo coração
Haja vista que pai é quem cria e nos traz pro mundo, tô certo?
Jamais nos trai, eu o conheço e sei que zelo!
A vista dele para mim é um charme que me chama
É demais! E sei que ele é mais, muito mais…
Do que eu penso saber quando estou perto
Ele é a pessoa doce para a qual eu de bandeja entrego
O manjar dos deuses e este mar de estima em letras adoçado!

 


 

E aí? Você gosta de seu pai, biológico ou não? Valoriza-o tanto quanto a sua mãe? E se realmente lembrou-se devidamente dele neste domingo – Dia dos Pais – deu-lhe algum presente, certo? Sei: um abraço ou um telefonema, isso também conta, vai lá… Eu mesmo tive de ligar pro meu, neste instante, pois ele mora distante. Mas eu não só falo o quanto ele é importante neste dia não. E você? Prende-se a isso, só por etiqueta?!

Para mim, não é preciso ser Dia dos Pais, e não faz sentido tal cerimônia se a gente esquece dele nos demais. Contínuo, pois, deveria ser o nosso agradecimento, ou o empenho em tirar dele um sorriso qualquer. Contínuo como é o sentimento de orgulho que eu tenho e trago por ele, que eu não guardo, digo, que eu exponho! Guardar eu o faço, no sentido de conservar. Deixo aqui, então, para terminar o meu singelo recado, um grande abraço - só dele!!!

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