sexta-feira, 28 de maio de 2010

Nós daqui a 1 milênio

 

As teorias de Charlie Robert Darwin sobre o Evolucionismo não estavam baseadas no atual cenário da seleção natural e sexual [isto salta à vista]. Todavia o referido naturalista britânico, que em 2009 fez bicentenário de nascimento, era consciente disso - pelo menos em certos termos. Por saber que muitos antes dele tinham sido severamente punidos por sugerir idéias semelhantes a de suas teses, ele as confiou apenas para amigos próximos e continuou a sua pesquisa tentando antecipar possíveis objeções. O que nada me impediu de estar expondo as minhas neste artigo.

Em seu livro de 1859, "A Origem das Espécies" (do original, em inglês, On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or The Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life), Charlie Darwin introduziu a ideia de evolução a partir de um ancestral comum, por meio de seleção natural. Esta se tornou a explicação científica dominante para a diversidade de espécies na natureza. O que gera mais intriga da minha parte, mas não por sua pessoa, apenas por discordância de idéias simplesmente. Primeiro, porquanto não se poderia jamais ter com prevalecimento o pensamento de que a diversidade atual é fruto exclusivamente da seleção natural e sexual. Depois, por que a unicidade, a identidade (em oposição a variedade), não seria o resultado de uma possível evolução? [Veja figura ao final desta postagem]

KY - Revoluir Além do mais, acho a palavra Evolução uma opção muito ruim de se sugerir a tais teorias. Como o futuro nem sempre é bom, como nós podemos nem sempre nos aperfeiçoar, talvez pior, nos rebelar! Revelar a péssima escolha feita é algo que enfatizo aqui. Afora tudo isso, convenhamos: ele tinha muito a fazer, mas apesar de se empenhar em divulgar o que pensava, optava em trabalhar secretamente. Não que ele estivesse de todo errado, haja vista que comentei sobre possíveis represálias. No entanto, cientista que é cientista que se preza não deve ter medo de estigmas ou labéus. O desdouro acontece com qualquer um, seja muito conhecido ou não, seja algo merecido ou não, bastando-se estar vivo.

“Dito isso, muito me impressiona ele ter recebido os prêmios de Medalha Real (1853), Medalha Wollaston (1859) e Medalha Copley (1964).

Charles Darwin é um paradoxo moderno. Não sob a ótica da ciência, área em que seu trabalho é plenamente aceito e celebrado como ponto de partida para um grau de conhecimento sem precedentes sobre os seres vivos. Sem a teoria da evolução, a moderna biologia, incluindo a medicina e a biotecnologia, simplesmente não faria sentido. O enigma reside na relutância, quase um mal-estar, que suas idéias causam entre um vasto contingente de pessoas, algumas delas fervorosamente religiosas, outras nem tanto.

“Só um em cada dois americanos acredita que o homem possa ser produto de milhões de anos de evolução.”

Até mesmo na Inglaterra, país natal de Darwin, o fato de ele ser festejado como herói nacional não impede que um em cada quatro ingleses duvide de suas idéias ou as veja como pura enganação. Para investigar a razão pela qual as idéias de Darwin ainda são vistas como perigosas, é preciso recuar no passado.

Quando o naturalista inglês pela primeira vez propôs suas teses sobre a evolução pela seleção natural, a maioria dos cientistas acreditava que a Terra não tivesse mais de 6.000 anos de existência, que as maravilhas da natureza fossem uma manifestação da sabedoria divina. A hipótese mais aceita sobre os fósseis de dinossauros era que se tratava de criaturas que perderam o embarque na Arca de Noé e foram extintas pelo dilúvio bíblico. A publicação de A Origem das Espécies teve o efeito de um tsunami na Inglaterra vitoriana. Os biólogos se viram desmentidos em sua certeza de que as espécies são imutáveis. A Igreja ficou perplexa por alguém desafiar o dogma segundo o qual Deus criou o homem à sua semelhança e os animais da forma como os conhecemos. A sociedade se chocou com a tese de que o homem não é um ser especial na natureza e, ainda por cima, tem parentesco com os macacos.

Nietzsche, um dos autores mais controversos na história da filosofia moderna, dizia em uma de suas frases contundentes: “Os macacos são demasiado bons para que o homem possa descender deles".

Havia, naquela época, compreensível contestação científica às novas idéias de Darwin. Apesar de ter reunido uma quantidade impressionante de provas empíricas, ainda restavam muitas questões sem resposta. Quanto a seu livro, o primeiro exemplar a sair da gráfica foi enviado a sir John Herschel, um dos mais famosos cientistas ingleses vivos em 1859. Darwin tinha tanta admiração por ele que o citou no primeiro parágrafo de A Origem das Espécies. Herschel não gostou do que leu. Ele não podia acreditar, sem provas científicas tangíveis, que as espécies podiam surgir de variações ao acaso.

Pressionado, Darwin disse que, se alguém lhe apontasse um único ser vivo que não tivesse um ascendente, sua teoria poderia ser jogada no lixo. O que se encontrou em profusão foram evidências da correção do pensamento de Darwin em seus pontos essenciais. Hoje, para entender a história da evolução, sua narrativa e mecanismo, os modernos darwinistas não precisam conjeturar sobre o funcionamento da hereditariedade. Eles simplesmente consultam as estruturas genéticas. As evidências que sustentam o darwinismo são agora de grande magnitude – e, estranhamente, a ansiedade permanece e a desconfiança minha.

Também… bem evidente, o núcleo incandescente da irritação causada por Darwin tem conotação religiosa. A descoberta dos mecanismos da evolução enfraqueceu o único bom argumento disponível para a existência de Deus. Se Ele não é responsável por todas essas maravilhas da natureza, sua presença só poderia ser realmente sentida na fé de cada indivíduo. Mas isso não explica tudo.

Em 1920, ao escrever sobre o impacto da divulgação das idéias darwinistas, Sigmund Freud deu seu palpite: "Ao longo do tempo, a humanidade teve de suportar dois grandes golpes em sua autoestima. O primeiro foi constatar que a Terra não é o centro do universo. O segundo ocorreu quando a biologia desmentiu a natureza especial do homem e o relegou à posição de mero descendente do mundo animal". Pelo raciocínio do pai da psicanálise, a rejeição à teoria da evolução seria uma forma de compensar o "rebaixamento" da espécie humana contido nas ideias de Copérnico e Darwin. Será que eu estou fazendo isso?! Tamanho é o nosso orgulho e vaidade assim?

Depois de todo abrasileiramento desse blog, fica até difícil responder que não à segunda pergunta. Eu queria que a vida fosse uma Copa do Mundo! [risos]

Concordante ou não, tô pouco me lixando. No entanto, em harmonia ou defesa ao exposto, disse à revista VEJA o biólogo americano David Sloan Wilson, da Universidade Binghamton: "As grandes idéias e teorias são aceitas ou rejeitadas popularmente por suas consequências, não pelo seu valor intrínseco. Infelizmente, a evolução é percebida por muitos como uma arma projetada para destruir a religião, a moral e o potencial dos seres humanos". Além dele, com pensamentos similares ao de Freud, o filósofo Philip Kitcher da Universidade Columbia e autor do livro Living with Darwin (Vivendo com Darwin), falou: "A publicação de A Origem das Espécies destituiu a vida humana de qualquer superioridade em relação aos animais, enterrou o conceito de divindade e pôs fim a milhares de anos de irracionalidade na comunidade científica e em parte da sociedade".

Uma pesquisa publicada pela revista New Scientist sobre a aceitação do darwinismo ao redor do mundo mostrou, ainda, que os mais ardentes defensores da evolução estão na Islândia, Dinamarca e Suécia. De modo geral, a crença na evolução é inversamente proporcional à crença em Deus.

Pronto, não sou mais “ateu”!!! Agora sim eu tô brabo! [ironia]

O trabalho acima citado encontrou, também, outra configuração interessante: os habitantes dos países ricos acreditam menos em Deus que aqueles que vivem em países inseguros. Isso pode significar que a crença em Deus e a rejeição do evolucionismo são mais intensas nas sociedades sujeitas às pressões darwinistas, como escreveu a revista Economist. Ademais, devemos lembrar que a ciência e a religião já andaram de mãos dadas pela maior parte da história da humanidade (veja reportagem). Esse nó, apenas, se desatou há dois séculos [o “apenas” se aplica aqui também] e Darwin foi um dos responsáveis por esse divórcio amigável, com nítidas vantagens para ambos os lados.

Desde o ano passado, o bordão entre os criacionistas é "liberdade acadêmica". A idéia que tentam passar é que o darwinismo é apenas uma teoria, não um fato, e ainda por cima está cheio de lacunas e é carente de provas conclusivas. Sendo assim, não há por que Darwin merecer maior destaque que o criacionismo [com isso, até pactuo]. O argumento é de evidenciada má-fé. Em seu significado comum, teoria é sinônimo de hipótese, de achismo. A teoria da evolução de Darwin usa o termo em sua conotação científica. Nesse caso, a teoria é uma síntese de um vasto campo de conhecimentos formado por hipóteses que foram testadas e comprovadas por leis e fatos científicos. Ou seja, uma linha de raciocínio confirmada por evidências e experimentos. Por isso, quando é ensinado numa aula de religião, o gênesis está em local apropriado. Colocado em qualquer outro contexto, só serve para confundir os estudantes sobre a natureza da ciência.

A ciência não tem respostas para todas as perguntas. Não sabe, por exemplo, o que existia antes do Big Bang, que deu origem ao universo há 13,7 bilhões de anos. Nosso conhecimento só começa três minutos depois do evento, quando as leis da física passaram a existir. Os cientistas também não são capazes de recriar a vida a partir de uma poça de água e alguns elementos químicos – o que se acredita ter acontecido 4,5 bilhões de anos atrás.

A mão de Deus teria contribuído para que esses eventos primordiais tenham ocorrido?

Manda o bom senso que não se misturem ciência e religião. A primeira perscruta os mistérios do mundo físico; a segunda, os do mundo espiritual. Elas não necessariamente se eliminam. Há cientistas eminentes que crêem em Deus e não vêem nisso nenhuma contradição com o darwinismo. O mais conhecido deles é o biólogo americano Francis Collins, um dos responsáveis pelo mapeamento do DNA humano. Diz ele: "Usar as ferramentas da ciência para discutir religião é uma atitude imprópria e equivocada. A Bíblia não é um livro científico. Não deve ser levado ao pé da letra". O catoliscismo aceitou há bastante tempo que sua atribuição é cuidar da alma de seu 1 bilhão de fiéis e que o mundo físico é mais bem explicado pela ciência - a Igreja Católica jamais condenou formalmente a teoria de Darwin. O Vaticano até concluiu em março do ano passado o simpósio "Evolução biológica: fatos e teorias – Uma avaliação crítica 150 anos depois de A Origem das Espécies".

O embate entre evolucionistas e criacionistas teria causado, além disso, um desgosto profundo a Darwin, que era religioso e chegou a se preparar para ser pastor da Igreja Anglicana. Esse plano foi interrompido pela fantástica aventura que protagonizou entre 1831 e 1836, em viagem a bordo do Beagle, um pequeno navio de exploração científica, numa das passagens mais conhecidas da história da ciência. Aos 22 anos, Darwin embarcou no Beagle para servir de acompanhante ao capitão do barco, o aristocrata inglês Robert Fitzroy. Durante a viagem, que se estendeu por quatro continentes, Darwin deu vazão à curiosidade sobre o mundo natural que o acompanhava desde a infância. Até a volta à Inglaterra, havia recolhido 1 529 espécies em frascos com álcool e 3 907 espécimes preservados. Darwin escreveu um diário de 770 páginas, no qual relata suas experiências nos lugares por onde passou. No Brasil, visitou o Rio de Janeiro e a Bahia, extasiando-se com a biodiversidade da Mata Atlântica – mas ficou horrorizado com a escravidão e com a maneira como os escravos eram tratados.

[Mapa da Viagem de Beagle]

Durante a viagem, Darwin fez as principais observações que o levariam a formular a teoria da evolução pela seleção natural. Grande parte delas teve como cenário as Ilhas Galápagos, no Oceano Pacífico. Foi lá que o senhor de costelas sempre longas reparou que muitas das espécies são semelhantes às que já existiam no continente, mas apresentando pequenas diferenças de uma ilha para outra. Chamaram sua atenção, principalmente, os tentilhões, pássaros cujo bico apresentava um formato em cada ilha, de acordo com o tipo de alimentação disponível. A única explicação para isso seria que as primeiras espécies de animais chegaram às ilhas vindas do continente. Depois, desenvolveram características diferentes, de acordo com as condições do ambiente de cada ilha. Era a prova da evolução [expressão que não gosto de utilizar, prefiro “adaptação”].

Mais recentemente, ao estudarem os mesmos tentilhões das Ilhas Galápagos, grupos de biólogos observaram a evolução ocorrer em tempo real. Os pássaros evoluíam de um ano para outro, de acordo com as mudanças nas condições climáticas da ilha. Darwin, que definiu a evolução como um processo invariavelmente longo, através das eras, ficaria espantado com as novas descobertas em seu parque de diversões científico.

Ao retornar à Inglaterra, após a viagem do Beagle, Darwin foi amadurecendo a teoria da evolução e começou a escrever A Origem das Espécies dois anos depois, em 1838. Só publicou o volume, no entanto, após 21 anos. Ele sabia do potencial explosivo de suas idéias na ultraconservadora Inglaterra do século XIX – da qual, ele próprio, era um legítimo representante. Elaborar uma teoria que ia contra os dogmas da Bíblia era, para Darwin, motivo de enorme angústia. Não colaboravam em nada os temores de sua mulher, Emma, de que, por causa de suas ideias, Darwin fosse para o inferno após a morte, enquanto ela iria para o céu – com isso, eles estariam condenados a viver separados na vida eterna. Darwin nunca declarou que a Bíblia estava errada. Manteve a fé religiosa até os últimos anos de vida, quando se declarou agnóstico – segundo seus biógrafos, sob o impacto da morte da filha Annie, aos 10 anos de idade.

Fotos: Latinstock e David Ball/Corbis/Latinstock

KY - Emma, Mulher de Darwin

O medo do inferno
Muito religiosa, Emma, a mulher de Darwin, temia que o marido fosse para o inferno. Ela dava por certo que iria para o céu e sofria com a ideia de ficarem separados pela eternidade. À direita, a casa da família, nos arredores de Londres: nela, Darwin viveu e trabalhou por quarenta anos.

Após o lançamento de A Origem das Espécies, um best-seller que esgotou rapidamente cinco edições, os cientistas não demoraram a aceitar a proposta de que as plantas e os animais evoluem e se modificam ao longo das eras. Na verdade, essa ideia chegou a ser formulada por outros cientistas, inclusive pelo avô de Darwin, o filósofo Erasmus Darwin. A noção de que a evolução das espécies se dá pela seleção natural, no entanto, é original de Charles Darwin, e só foi aceita integralmente depois da descoberta da estrutura do DNA, em 1953. Darwin atribuiu a transmissão de características entre as gerações a células chamadas gêmulas, que se desprenderiam dos tecidos e viajariam pelo corpo até os órgãos sexuais. Lá chegando, seriam copiadas e passadas às gerações seguintes. Os estudos feitos com ervilhas pelo monge austríaco Gregor Mendel na segunda metade do século XIX, mas aos quais a comunidade científica só deu importância no início do século XX, estabeleceram a ideia básica da genética moderna, a de que as características de cada indivíduo são transmitidas de pais para filhos pelo que ele chamou de "fatores", e hoje se conhece como genes. Com as ervilhas de Mendel, o processo concebido por Darwin teve comprovação científica. A descoberta da dupla hélice do DNA, pelos cientistas James Watson e Francis Crick, em 1953, finalmente esclareceu o mecanismo por meio do qual a informação genética é transmitida através das sucessivas gerações. Atualmente, os biólogos se dedicam a responder a questões ainda em aberto no evolucionismo, como quais são exatamente as mudanças genéticas que provocam as adaptações produzidas pela seleção natural. É espantoso que, enquanto continuam a desbravar territórios na ciência, as idéias de Darwin ainda despertem tanto temor.

Quanto a mim, não causa nenhum. Nem perto de um tremor; Embora eu grite: que se exploda! Traz-me apenas o torpor, no sentido da indiferença que este carrega. Não o frisson, muito embora eu adore uma boa discussão. Sei lá… tenho meu próprio ideário e regras, e não nego minha presunção. Tenho e mantenho todos, apesar de minhas idéias serem singelas e peculiares a região em que moro. Falo do Nordeste do Brasil, local onde nasci – mais especificamente do Recife de Pernambuco. Vivi a maior parte da minha história, contudo, numa cidade do sertão deste Estado: Floresta, mais conhecida como Floresta do Navio. Minha terra querida, e que penso visitar no mês do São João – coincidente ao da Copa do Mundo, ao do Dia dos Namorados, ao do Aniversário da cidadela e, pasmem, as minhas férias! Só seria melhor caso coincidisse com o aumento do nosso salário – já estamos precisando, atenção governo do estado! Esperando uma tomada de atitude imediata, ainda que isso já dure mais de um ano… Colega meu ainda acrescenta: “Bota ano nisso!”.

Honestamente, Eduardo Campos, você está realmente trabalhando no seu Palácio – sito Campos das Princesas?! Eu nunca pisei num Palácio, meu Deus! E cheio de Princesas então, hum… seria encantador. Magnífico mesmo seria se o trabalho do Brasileiro não fosse quase todo destinado para o pagamento de tributos, e nisto eu não te culpo. Pra ser mais franco ainda, e não mais desviando do assunto do Evolucionismo, crio a Teoria do “Adaptacionismo” Específico para os Habitantes da Cidade do Recife de Pernambuco do Brasil [é longo assim mesmo o título, é coisa de cientista (maluco!) :p ]. Afirmando assim uma idéia mais plausível, no meu ver. Mais sucinta e até mais diagramada, totalmente minha. Você, internauta, apenas tem de saber que jamais pus meus pés além da “Imortal” Pernambuco, salvo quando viajei à cidade de João Pessoa, no estado vizinho. Porém, é azado dizer, que passei apenas um dia, e isto não significa muito. Mas duas décadas de existência contam muito, pois não. Para um observador como eu… Ô! Se contam… Afinal, foram suficientes para eu elaborar minhas pontuais teorias, talvez exclusivas – numa figura extremamente original e regional. Observem abaixo, pois com ela encerro este artigo que já está exorbitante de longo.

 

 

 

Thúlio Jardim, 28 de maio de 2010.

 

Clique para ler os detalhes com a lupa
KY - 3000 D.C.
 Homus Pernambucocus Erecto Cornutus
 
 

 


Links recomendados:

The Complet Work of Charles Darwin Online - Site da Universidade de Cambridge, com a obra completa de Charles Darwin, desde seu trabalho sobre a teoria da evolução das espécies, cartas, manuscritos, diários até ilustrações originais.<
Revista VEJA | Popup Especial:  Trajetória da "Evolução" - Trajetória da Vida… e o caminho do homem.
Desciclopédia | Prêmios Darwin – Prêmio Darwin. Texto bastante sarcástico.

 

Veja também
Duas cartas de Darwin antecipando sua teoria das espécies
A evolução da vida na Terra (animação em Flash)

 

 

 

 

 

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